quarta-feira, 26 de setembro de 2012

REVISTA VEJA DEDICA 15 PÁGINAS A 50 TONS DE CINZA

EDIÇÃO DESTA DATA - 26.09.2012
-É isto, a veja desta semana, com muitas informações sobre a TRILOGIA.

DEPOIMENTOS DE 25 MULHERES SOBRE 50 TONS
-Declarações polêmicas, contrárias e favoráveis, idades diversas das depoentes, variando dos 18 aos 73 anos.

VEJA A FOTO DO CARRO DE CHRISTIAN GREY
-Isto mesmo, é um AUDI cupê R8 Spyder, conversível, de 900 mil reais.

TAMBÉM O HELICÓPTERO
-A máquina é um EUROCOPTER EC 135.

A SUITE DO HOTEL
-Suite Literary Arts, do Hotel Heathman, em Portland, de R$ 1.700,00 a diária.

TEXTO HUMORÍSTICO SOBRE 50 TONS
-Marcelo Madureira, do CASSETA&PLANETA escreveu "VÁ ENTENDER AS MULHERES".

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

CONHEÇA NOVA TRILOGIA - AUTORA SYLVIA DAY

TÍTULO DA TRILOGIA
- TODA SUA - Só para informação do leitor, SYLVIA DAY, que já vem publicando romances para adultos desde o ano de 2006, aproveitou o vácuo de  50 TONS DE CINZA e escreveu a trilogia TODA SUA.

MARKETING FORTE
- Está gerando um auê a divulgação de TODA SUA, afirmando que esta trilogia é melhor que 50 TONS DE CINZA.

A POLÊMICA ESTÁ AÍ
- Basta acessar a internet e constatar o grande número de informações e comentários, a maioria defendendo a tese de que TODA SUA é melhor, argumentos ressaltando as qualidades e defeitos das 2 produções literárias.

ESTA POSTAGEM É MERAMENTE INFORMATIVA
- Ficamos um tanto surpresos ao saber de TODA SUA  e imaginamos que nosso leitor também gostará de saber sobre esta nova trilogia. Limitamo-nos a registrar aqui, não pretendemos conhecer a obra e nem tecer qualquer comentário.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

ELABORANDO TÍTULOS PARA CADA CAPÍTULO

ÍNDICE REMISSIVO COM TÍTULOS
-O ínício de cada capítulo tem apenas o número, então tivemos a idéia de elaborar títulos, com um rápido comentário, como encontramos em muitos livros. Estamos elaborando pouco a pouco, e vamos publicando o que já temos, até completar os 3 volumes.

pg. 7 - CAP. I - A TROCA DE ENTREVISTADORAS
         - Katherine (Kate) foi vencida por uma gripe e Anastásia foi substituí-la, entrevistando o bilionário  Christian Grey.

pg. 19 - CAP. II - CHRISTIAN E ANA SE ENCONTRAM PELA 2a. VEZ
           - GREY surprende ANA no seu trabalho, fazendo algumas compras. Deixa com ANA seu cartão com o número do celular.

pg. 33 - CAP. III - GREY SE DISPÕE A FAZER UMA SESSÃO DE FOTOS
           - Fotos para complementar a entrevista no jornal da faculdade. Após as fotos o casal sai para um café e continuam a se conhecer.

pg. 49 - CAP IV - DEPOIS DO CAFÉ UM SUSTO
           - O susto foi provocado pela declaração de Christian: "Ana, vc. deve ficar longe de mim, não sou homem para vc.". O susto passa, ANA recebe um presente de Grey, um pacote com 3 livros.

pg. 63 - CAP V - O PORRE DA FORMATURA
           - ANA toma uma bebedeira de perder os sentidos e quando acorda está em uma suite de hotel, amparada por Christian. Ele declara que nem tocou nela, que o estado dela era comatoso e que necrofilia não é a praia dele. Saindo do hotel, acontece o primeiro beijo (ardoroso) do casal, dentro do elevador.

pg. 75 - CAP VI - O IRMÃO DE CHRISTIAN
           - ELLIOT é irmão de GREY e inicia namoro com KATE, amiga de ANA. GREY combina encontro com ANA para as 8 da noite. No horário combinado ele leva ANA em seu helicóptero para o ap. onde mora.

pg. 91 - CAP VII -  ANA conhece o QUARTO DE JOGOS
           - Não será desta vez que vão ser usados os materiais deste quarto, ANA está somente sendo apresentada para o quarto. Algumas amostras encontradas são: chicotes de montaria, grilhões, algemas, varas de surra, correntes, etc.

pg. 101 -  CAP VIII - ANA SURPREENDE GREY DECLARANDO SUA VIRGINDADE.
           - GREY considera a virgindade um problema que precisa ser resolvido com urgência. Só depois o "quarto de jogos" poderá ser usado por eles. O casal transa pela primeira vez.

pg. 115 - CAP IX - O DIA SEGUINTE À PRIMEIRA VEZ
            - No dia seguinte a festa continuou. ANA declara: "É tão grande e ainda está aumentando, como isso esteve dentro de mim".

pg. 131 - CAP X - ANA E A SRA. GRACE SE CONHECEM
            - GRACE é a mãe de CHRISTIAN, ele relata que nunca antes tinha apresentado alguma das suas "submissas" à sua mãe. Ela suspeitava até que o filho poderia ser gay. ANA aprende o que é "sexo baunilha".

pg. 149 - CAP XI - CONTRATO ENTRE "DOMINADOR" E "SUBMISSA"
             - ANA inicia a leitura do contrato bilateral apresentado por CHRISTIAN, que estabelece as condições  sob as quais irão se relacionar. Uma cláusula da pg. 157 reza: "A submissa consente e aceita as formas de dor/punição/disciplina: surras, chicotadas, mordidas, grampos genitais, cera quente, palmadas, surras de vara, grampos de mamilos, gelo e outros tipos/métodos de dor.

pg. 169 - CAP XII - ANA RECEBE VISITA INESPERADA
             - ANA envia um email para GREY  e ele decide responder pessoalmente. Acabam transando no apartamento dela. Desta vez ela tem os braços amarrados com a gravata e ainda fica presa à cabeceira da cama.

pg. 187 - CAP XIII - GREY VIU ANA PELA PRIMEIRA VEZ COM SEU VELHO FUSQUINHA
             - Abriu-se o caminho para GREY presenteá-la com um carro zero, alegando que rodar naquele carrinho era até perigoso.

pg. 209 - CAP XIV - ENFIM A FORMATURA DE ANA E KATE
             - CHRISTIAN faz seu discurso como paraninfo. O pai de Ana, RAY e CHRISTIAN ficam se conhecendo. O casal de protagonistas segue discutindo as cláusulas do contrato  mencionado no cap. XI.

pg. 225 - CAP. XV - ANA GANHA DE PRESENTE UM AUDI HATCH COMPACTO
             - GREY vai até o apartamento de ANA  para entregar o carro zerinho. Conta para Ana que já tinha contado para seu pai o RAY, e que ele aprovou dando todo apoio para a idéia. O presente é comemorado com uma prazerosa transa, o sexo baunilha, praticado sem qualquer material ou artefato de sofrimento.


pg. 241 - CAP XVI - CHRISTIAN BATE EM ANA PELA PRIMEIRA VEZ
             - As palmadas na bunda foram contadas, dezoito palmadas. A reação de ANA é contraditória, ao mesmo tempo que se sentiu indignada, sentiu um grande prazer. Quando ela pergunta a razão de não poder tocar no corpo dele, a resposta é: "porque sou cinquenta vezes fodido, de cinquenta maneiras, cinquenta tons diferentes".

pg. 261 - CAP XVII  - A CONSULTA MÉDICA DE ANA
             - Consulta marcada por GREY, no apartamento dele, num Domingo, com a melhor ginecologista da cidade. A consulta é para garantir que ele está transando com uma pessoa saudável e a receita de um anticoncepcional.  Um capítulo recheado de troca de emails entre o casal.

pg. 283 - CAP XVIII - GREY LEVA ANA PARA USAR A SALA DE JOGOS
             - Pela primeira vez ANA é algemada e o uso dos aparelhos da sala é incrementado.  Depois de TUDO, GREY pela ANA no colo e leva-a para a cama em um quarto destinado para ela.











NOVA ENTREVISTA - ESTADÃO 16.09.2012

50 tons de sucesso

Autora fala da inspiração para criar um best-seller para lá de polêmico E L James,

Pedro Caiado, especial para O Estado - O Estado de S.Paulo

LONDRES - É o livro sensação do momento. No Brasil, sua venda chegou a 260 mil cópias em 40 dias. Não se fala em outro assunto nos EUA e na Europa. Os direitos para o filme já foram comprados por Hollywood por (estima-se) US$ 5 milhões. Por que tanto frenesi em torno de Cinquenta Tons de Cinza? A resposta é simples: sexo. A trilogia é a mais picante na lista de livros mais vendidos em anos. A história da submissa jovem estudante Anastasia Estelle, que se envolve com o bilionário bonitão e dominador Christian Grey é recheada de sexo explícito e sadomasoquismo.
Tudo começou quando ela assistiu ao filme 'Crespúsculo' - Marloes van Doorn/Divulgação
Marloes van Doorn/Divulgação
Tudo começou quando ela assistiu ao filme 'Crespúsculo'
O sucesso, inicialmente na internet, chamou a atenção dos editores que haviam dito não à publicação da trama em papel e e-books. E assim se iniciava o fenômeno. Os livros têm encantado mulheres ao redor do globo e apimentado a relação de casais. Tudo fruto da imaginação de uma dona de casa do subúrbio de Londres, a britânica de 48 anos Erika Mitchell, ou E L James, que da noite para o dia se tornou o nome mais quente da literatura mundial. A então executiva de um estúdio de TV britânico, infeliz com seu trabalho, resolveu dedicar tempo integral à escrita do romance que se tornou um recorde de vendas em poucos meses.
O segundo livro da trilogia, Cinquenta Tons de Cinza Mais Escuro, acaba de ser lançado no Brasil e o terceiro já alcança recorde de reservas. Quem é a mulher por trás dos obscenos livros? O Estado conheceu a inglesa que em nada lembra a fogosa personagem Anastasia. Com jeans, camisa preta e joias, Erika nos recebe com uma Coca-Cola Diet na mão, enquanto reforça seu desprazer em dar entrevistas: "Os jornalistas escrevem o que querem". E garante que o dinheiro não mudou sua vida. "Vou poder reformar minha cozinha."
Como tudo começou?
Sempre quis escrever. Em novembro de 2008, fui ver o filme Crepúsculo. Gostei muito e depois li os livros e adorei. Em 15 de janeiro, sentei e comecei a escrever uma história, que não foi publicada. E depois, em abril, escrevi outra. Ambas não foram publicadas e não envolviam sexo. Então, descobri esse site Fanfiction, por intermédio do fórum de Crepúsculo. Vi várias histórias e achei que também podia fazer aquilo. Então, escrevi uma ficção em três semanas. Nesse período, lembro de ter lido umas cinco histórias sobre sadomasoquismo. Não sabia o que significava aquilo, mas achei tudo quente e fascinante.
Estas são as suas inspirações?
Sim. Quando li sobre sadomasoquismo, pensei como seria me encontrar com uma pessoa que estivesse nesse mundo. Foi assim que começou. Era originalmente uma história saída do site de Crepúsculo - Fanfiction. Nunca pensei que iria publica-lo, ou pensei que, se publicasse, seria cheio de restrições.
A história Submissive no site fanfiction é muito similar à sua trilogia. É uma inspiração direta?
Chama-se O Dominador e a Submissa, além de quatro outros que li. Mas não quero dar o nome das histórias porque algumas eram muito mal escritas.
Você acha que livros eróticos não podem ser bem escritos?
Eu acho que você pode escrever de qualquer maneira. Algumas pessoas não gostam do meu estilo de escrever, mas é assim que eu sou, casual. Se as pessoas não gostam, é problema delas. Mas muitas gostam.
Stephanie Meyer é sua clara inspiração. Você já conversou com ela?
Não. Mas ela foi muito gentil em uma entrevista recente sobre seu novo livro, A Hospedeira. Ela disse que meus livros não são o seu gênero preferido, mas me desejou toda a sorte do mundo, o que eu achei muito legal. Adoraria encontrá-la para agradecer pela inspiração. E ela inspirou centenas de milhares de mulheres a começar a escrever. Crepúsculo é uma história muito erótica, apesar de não ter sexo envolvido.
O sucesso surpreendeu você?
Não esperava isso. Quem poderia imaginar que uma história tão obscena fosse se tornar popular assim. É extraordinário. Os números das vendas são insanos. Como eu nunca tive essa experiência antes, não sabia se eram bons ou não. Eu lembro de a editora me ligando para dizer que uma loja tinha acabado de vender 22 mil cópias, e eu perguntava: 'Isso é bom?'.
Como todo esse sucesso, você se compararia com J. K. Rowling, por exemplo? Daria conselhos a ela, que agora lança seu primeiro romance adulto?
Não me comparo com ninguém. E, claro, ela não precisa de conselhos. Adorei os livros e os filmes do Harry Potter. Li e vi todos. Lembro de sempre estar ansiosa pelo próximo livro. Era tão épica aquela saga. Mas escrevi Cinquenta Tons de Cinza para mim. Foi divertido escrever. Aquelas são as minhas fantasias. Claro, tendo por base as fantasias de outras mulheres, o que faz com que eu me sinta menos pervertida (risos envergonhados).
Como foi o processo de criação?
Não tinha ideia de onde a história ia. Gastei cada hora disponível escrevendo. Eu trabalhava meio expediente na época. Comecei a escrever e virou uma obsessão. Escrevia no BlackBerry no metrô e pensava na trama enquanto dirigia. Parei de sair, de ver TV.
Você procurava por sadomasoquismo no Google?
Fiz muita pesquisa, mas foi bem mais específico que isso. Há uma quantidade enorme de informação na internet sobre esse assunto. Mas, no meu livro, Anastasia não é submissa, então este não é um livro de sadomasoquismo.
Mas a história é repleta de detalhes... Li que você ligou para uma loja de automóveis para saber se um casal teria espaço para fazer sexo no banco de trás de um Audi.
Essa história é hilária, mas não posso contar agora, pois está no terceiro livro que ainda vai ser lançado no Brasil. Tenho uma imaginação muito viva, podemos dizer assim. Visitei sex shops também.
Livros eróticos sempre existiram. Você é responsável por tornar o gênero pop. O que faz o seu livro ser diferente?
É uma história romântica, de paixão. E quando as pessoas se apaixonam, elas fazem muito sexo, é isso o que acontece. Christian faz sexo de uma maneira particular. Ele não faz amor, pois tudo para ele é relacionado com poder e controle. Outros livros do gênero têm uma linguagem muito pesada. Não uso essa linguagem e a descrição do sexo é sutil. Geralmente, as mulheres não gostam de palavras pesadas.
Que livros você indicaria para quem se inicia no gênero?
Há vários: Beautiful Disaster, de Jamie McGuire, por exemplo. Acabei de ler Shadows of Night, de Deborah Harkness, é o segundo livro de uma trilogia chamada All Souls. Quando eu tinha 30 e poucos anos, li vários livros de mulheres como Brenda Joyce, Noel Roberts, Judith McNaught, são mais românticos, sem sexo explícito. Devo ter lido umas 600 histórias naquela época. As mais pornográficas talvez tenham sido as de uma série chamada Black Lace.
O que acha da opinião negativa? Homens queimaram seus livros nos EUA e há quem diga que seus livros são mal escritos.
O que acho mais fascinante é que as pessoas começam a ler e não conseguem parar. E foi exatamente assim comigo quando li Crepúsculo. Essa onda de opiniões negativas é só barulho no fundo. Felizmente, a maioria tem gostado, então, nesse aspecto, eu realmente fiz sucesso. As mulheres amam meus livros. Recebi o e-mail de uma mulher dizendo que não lia nada há 28 anos, e terminou Cinquenta Tons em três semanas. É uma leitura fácil. E quem não gosta, tem o direito de não gostar.
Você trabalhou como executiva de um estúdio de TV por 20 anos. Essa experiência a ajudou no marketing do livro?
Não. São coisas diferentes. Odiava um dos meus últimos trabalhos e escrever foi minha maneira de escapar disso.
Os direitos do seu livro foram comprados por US$ 5 milhões...
Não vou falar sobre o dinheiro. O projeto está indo para frente, lentamente.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

POBRE MENINO RICO

A RIQUEZA NOS NEGÓCIOS 
- Christian era multimilionário, riqueza construída com rapidez, pois antes dos 30 anos de idade, já tinha atingido o estrondoso sucesso com suas empresas. Um sinal simples da seu poder foi o carro zero quilômetro com que presenteou Anastásia, apenas algumas semanas depois de conhecê-la.

POBRE MENINO PELOS SEUS PROBLEMAS
- Foi pobre na sua infância, muito pobre, chegou a passar fome, isso foi amplamente superado pelo sucesso nos negócios.
- A outra pobreza é atual e gritante, pelos problemas resultantes de suas experiências sexuais iniciadas aos 15 anos e que perduraram por 5 anos em um relacionamento com a mesma pessoa.

RELACIONAMENTOS COM CONTRATO ASSINADO
- Antes de conhecer ANA, Christian teve outras 15 "amigas", que eram pressionadas a assinar um contrato, onde ficavam registrados os procedimentos admitidos entre o casal, tipos de coito e materiais utilizados, tais como chicotes, correntes, algemas,etc.

CONTRATOS PARA 90 DIAS
- Os contratos com as "amigas" tinham validade de 90 dias, imaginamos que dificilmente eram renovados após o vencimento. Vale ressaltar que Christian era monogâmico, então esses 15 relacionamentos não aconteceram concomitantemente, foram rolando de 1 a 1.

O CONTRATO DE ANASTÁSIA
- Chegamos à pg. 300 do primeiro volume, até este ponto do romance, Anastásia chegou até a admitir que vai assinar o contrato, mas vem discutindo cláusulas, detalhes e condições, protelando a assinatura.

Hoje interrompemos por aqui. Até a próxima

terça-feira, 11 de setembro de 2012

POLÊMICAS E DISCUSSÕES SUSCITAVEIS POR 50 TONS DE CINZA

ERÓTICO OU PORNOGRÁFICO
- Dá uma boa discussão. Teoricamente, pela definição dos dois termos, estaria mais para ERÓTICO.
- No primeiro volume, passei pelas primeiras cem páginas sem encontrar nenhuma cena mais picante, apenas um beijo dentro do elevador. Entendo que se fosse uma obra com a intenção de um apelo sexual mais direto, as cem páginas iniciais já estariam recheadas de passagens provocantes.

QUAL A EXPLICAÇÃO PARA UM SUCESSO TÃO RETUMBANTE?
- Não vou tentar dar aqui nenhuma explicação, apenas comentar que já estão sendo escolhidos os atores para produzir o filme 50 TONS DE CINZA.

QUAL É A VALIDADE DA PRÁTICA DO SADOMASOQUISMO
- Uma reação imediata minha seria afirmar que considero doentia e anormal qualquer atividade sadomasoquista na vida sexual. Mas pensando bem, e se o casal ou uma das partes está precisando de algo diferente para apimentar a vida sexual.
- Uma experiência bem singela que é narrada, por exemplo, é  Anastasia praticar sexo com as más amarradas por uma gravata do seu próprio namorado.
- Em outra versão um pouco mais adiantada, além de ter as mãos amarradas com a gravata, ela ficou presa à cabeceira da cama.

VOCÊ CONHECE PESSOAS QUE QUEREM MUITO LER 50 TONS OU VER O FILME?

O OUTRO LADO: CONHECE PESSOAS QUE SE RECUSAM A LER O LIVRO?

Hoje ficamos por aqui, até a próxima postagem.




sexta-feira, 7 de setembro de 2012

INTRODUÇÃO AO ROMANCE "50 TONS DE CINZA"

ATRAÇÃO FATAL
- ANASTASIA STEELE, a virgem de 21 anos e CHRISTIAN GREY, o mega empresário com menos de 30 anos, multimilionário, com hábitos sexuais pervertidos. Êste é o par central de 50 TONS DE CINZA.  Em um primeiro encontro ocorrido por acaso, as mão se tocam no cumprimento formal e cada um sente as reações próprias de uma ATRAÇÃO FATAL.

A SIMPLICIDADE DE ANA
- ANASTASIA divide o apartamento com KATE uma grande amiga e colega do curso de jornalismo. ANA é bastante tímida, complexada (acha-se feia embora bela e atraente) e de recursos financeiros limitados. Precisou deslocar-se até a cidade de Seattle para entrevistar CHRISTIAN GREY, foi de carro, a Mercedes emprestada de Kate, pois o seu é um fusquinha velho.

FORMATURA À VISTA
- As duas amigas estão às vesperas dos exames finais na universidade e CHRISTIAN GREY é colaborador benemérito da instituição em que estudam. A entrevista tem a finalidade de ser publicada no jornalzinho da escola.

ENTREVISTADORA SUBSTITUTA
- A entrevista com CHRISTIAN GREY foi marcada por KATE, que está acamada derrubada por uma séria crise de gripe. A saída foi pedir a ANA que atuasse como entrevistadora para não perder a oportunidade, pois uma nova data na agenda do importante  empresário só seria conseguida uns 6 meses depois.

Hoje encerramos por aqui, na próxima postagem vamos comentar as polêmicas que cercam este romance que atingiu o sucesso tão grande em tão pouco tempo.


terça-feira, 4 de setembro de 2012

E L JAMES ENTREVISTADA NA VEJA

REVISTA VEJA - PÁGINAS AMARELAS - EDIÇÃO DE 08.08.2012

Entendemos que a postagem neste espaço desta entrevista pode interessar a muitos leitores.

Cinquenta Tons de Cinza

08/08/2012
às 15:00 \ Livros & Filmes

Entrevista com E.L. James, autora do livro mais vendido no mundo no momento: “Experimentar coisas diferentes [no sexo] com o parceiro pode ser um bocado divertido”

"As mulheres não querem e não devem ser submissas. Mas estamos falando aqui do que acontece no quarto, a portas fechadas" (Foto: Ni Sindication / Other Images)
"As mulheres não querem e não devem ser submissas. Mas estamos falando aqui do que acontece no quarto, a portas fechadas" (Foto: Ni Sindication / Other Images)

(Entrevista concedida a Isabela Boscov e publicada na edição de VEJA que está nas bancas)

“O SEXO NÃO TEM REGRAS”

Iniciada como uma brincadeira na internet, a trilogia “Cinquenta Tons de Cinza”, da inglesa E.L. James, virou um fenômeno ao combinar romantismo com sadomasoquismo

Mais de 20 milhões de exemplares já vendidos nos Estados Unidos, outros 10 milhões nos demais países de língua inglesa, 500 000 na Alemanha em apenas cinco dias, dezenas de milhares de cópias voando das prateleiras no Brasil, desde a semana passada: a trilogia Cinquenta Tons de Cinza, da inglesa E.L. James, é um fenômeno inqualificável.
Escrita em prosa simples e não muito sofisticada, a história de como o jovem milionário Christian Grey se apaixona pela estudante virgem Anastasia — ou Ana — Steele é um romance tão descabelado quanto a criação que a inspirou, a série  adolescente Crepúsculo — exceto pelo fato de que Christian e Ana protagonizam cenas vívidas de sadomasoquismo, descritas em pormenores.
A combinação curiosa deu até origem a um novo termo, mommy porn, ou “pornô para mamães”. Vai também virar filme, sob supervisão da autora — uma londrina de seus 40 e tantos anos, filha de chilena e escocês, muito simpática e falante.
Casada e mãe de dois adolescentes, Erika Leonard fala de como foi pega de surpresa pelo sucesso, das reviravoltas em sua vida e, claro, de sexo.

O sadomasoquismo é uma fantasia feminina?
Creio que é uma fantasia que as mulheres não sabem ter até deparar com ela. Por razões óbvias, trata-se de algo muito subterrâneo, um tabu. Portanto, a maioria das mulheres não conhece os princípios básicos do sadomasoquismo — e essa novidade, em Cinquenta Tons, acabou se revelando muito atraente para as leitoras.

Mas as objeções que os críticos de Cinquenta Tons fazem à dominação sexual que Christian Grey impõe a Ana Steele são na maioria de caráter feminista — o tabu, hoje, é a ideia de uma mulher se submeter a um homem, não?
As mulheres não querem e não devem ser submissas, mas estamos falando aqui do que acontece no quarto, a portas fechadas. É bem sabido que a sexualidade ignora regras, e experimentar coisas diferentes com o parceiro pode ser um bocado divertido. Não significa que a submissão vai continuar fora do quarto, ora.
Fico ofendida quando alguém diz que estou contribuindo para um retrocesso da condição feminina. Que bobagem! O que Cinquenta Tons fez, na verdade, foi encorajar as mulheres a voltar a falar sobre sexo — e essa é a razão pela qual a trilogia, antes de ser encampada pelo mercado editorial, foi um fenômeno viral na internet. Isso não é retrocesso. É avanço.
 "Experimentar coisas diferentes com o parceiro pode ser um bocado divertido. Não significa que a submissão vai continuar fora do quarto" (Foto: IStockphoto)
"A maioria das mulheres não conhece os princípios básicos do sadomasoquismo — e essa novidade, (nos três livros da série) 'Cinquenta Tons', acabou se revelando muito atraente para as leitoras" (Foto: IStockphoto)

Existe muita ficção picante feita para mulheres. Por que sua trilogia, especificamente, se tornou um fenômeno?
A maior parte dessa ficção é produzida não sob impulso criativo, mas como um plano de marketing: vamos atender às demandas desse segmento demográfico com um produto talhado para ele. Mas nem que eu quisesse eu seria capaz de conceber um livro como estratégia de marketing. Sou uma diletante que começou a escrever sobre dois personagens que lhe vieram à cabeça e que foi sendo levada pela história deles.
Minha trilogia pode ter defeitos, mas a falta de autenticidade não é um deles. O meu interesse por Christian e Ana é genuíno e, nos termos do mercado editorial, inocente.

O que a levou a trocar sua carreira como gerente de produção em TV pela escrita?
Uma coincidência. Eu estava muito infeliz no último emprego — e, no mesmo momento, vi por acaso o primeiro filme da série Crepúsculo. Adorei. Pedi então ao meu marido que me desse o livro como presente de Natal. Ele me deu a série toda, e eu a li inteirinha, de cabo a rabo, em cinco dias. Antes do Ano-Novo já tinha terminado — e só não a recomecei do início imediatamente porque me sentei ao computador e comecei a escrever. Foi como se alguém tivesse acionado um interruptor em mim.
No princípio, escrevia para me consolar da insatisfação no trabalho. Mas a coisa foi ganhando vulto. Escrevi um romance entre janeiro e abril, e mais outro nos meses seguintes. Nenhum dos dois, aliás, viu a luz do dia até hoje: eu teria de mexer muito neles até deixá-los em condições mínimas de publicação.

O que a seduziu em Crepúsculo?
O fato de ser um romance tão assumido e tão desavergonhado no seu romantismo — feito sem ironia, sem tentar parecer mais do que é. E achei-o também muito erótico, embora seja tão casto.

Como essa brincadeira levou a Cinquenta Tons?
Descobri a fan fiction — sites em que fãs de determinado livro escrevem seus próprios contos ou livros tendo o original como inspiração. Achei que poderia ser um exercício divertido, e das minhas incursões nele me veio a ideia do que viria a ser Cinquenta Tons.
Mas era estritamente um passatempo. Nunca, nem nos meus devaneios mais delirantes, imaginei que a trilogia se tornaria o que se tornou. Mesmo quando o livro começou a fazer sucesso na internet, meu sonho se limitava a ver o livro exposto na vitrine de uma livraria — um único exemplar que fosse. E esse parecia então um sonho distante: Cinquenta Tons foi publicado originalmente por uma pequena editora australiana, em forma de e-book ou de edição impressa sob encomenda, que saía caríssimo para o freguês.

Os dois primeiros romances que a senhora escreveu, aqueles que nunca viram a luz do dia, têm algo em comum com Cinquenta Tons?
O primeiro também é um romance erótico, e o segundo tem elementos sobrenaturais. Embora sejam enredos completamente diferentes do de Cinquenta Tons, são ambos histórias de amor adultas. Isso é o que me interessa, histórias de amor — e o fato é que, quando as pessoas se apaixonam e começam uma relação, elas fazem sexo. Muito sexo, se não me falha a memória.

A senhora nasceu e morou a vida toda na Inglaterra. Por que então Cinquenta Tons se passa nos Estados Unidos, com personagens americanos?
Porque ele nasceu de um exercício de fan fiction de Crepúsculo, e eu não queria mudar o cenário geral nem a idade aproximada dos personagens. É claro que escrever em “americano” não foi fácil: faltam-me as referências culturais, o conhecimento das expressões idiomáticas do dia a dia — coisas que só conheço de filmes e seriados. É bem possível que eu tenha cometido escorregões, mas até agora nenhum leitor americano reclamou.

Crepúsculo, séria inspiradora, é "um romance tão assumido e tão desavergonhado no seu romantismo" (Foto: Divulgação)
Crepúsculo, séria inspiradora, é "um romance tão assumido e tão desavergonhado no seu romantismo" (Foto: Divulgação)

Talvez porque eles estejam mais preocupados com outros aspectos do livro?
O sexo, claro. Tenho estranhado um pouco a reação da imprensa e do público americanos: às vezes eles falam de Cinquenta Tons como se a trilogia fosse escandalosamente pornográfica. Ora, o sexo, inclusive o sexo descrito em termos gráficos, é frequente na ficção romântica.
Eu mesma, nos meus 30 anos, quando tinha de andar horas de metrô todo dia, adorava passar o tempo lendo autores americanos cujos livros pingavam sexo. Eu dobrava o livro no meio, para a capa e a contracapa ficarem encostadas e ninguém perceber com o que é que eu estava tão entretida.
Acho que o que chama atenção em Cinquenta Tons é o sadomasoquismo. Mas a minha versão dele é ligeiríssima se comparada com a coisa real.

A senhora recebe muita correspondência de fãs?
Dezenas de e-mails todos os dias. Eles vão desde congratulações até comentários sobre como a trilogia apimentou a vida sexual da leitora. E, em alguns casos, recebo mensagens de leitores e leitoras que, assim como Christian, sofreram abuso sexual na infância.
Algumas dessas mensagens são de levar às lágrimas. Então, por mais que se comente o sexo explícito do livro, acho que há também outras razões que fazem os leitores envolver-se com ele.

Qual a sua opinião sobre o termo “mommy porn”, que entrou em circulação por causa de Cinquenta Tons?
A mim parece que é uma dessas expressões que jornalistas adoram criar para categorizar coisas novas. Cinquenta Tons trata de uma relação consensual entre dois adultos. Não me incomoda que apliquem a palavra “porn” ao livro, portanto, porque ela perdeu o sentido de designação da pornografia de fato, no seu cunho explorativo e abjeto.
Hoje em dia tudo é “porn”: revistas de arquitetura e decoração são “property porn”, programas de culinária na televisão são “food porn”. Qual a importância de um “porn” a mais ou a menos?

Vir de outra profissão e não ter sido treinada como escritora atrapalhou ou deu à senhora mais liberdade para desprezar as convenções literárias que não lhe interessavam?
Ajudou muito mais do que atrapalhou. Eu tinha uma boa carreira e poderia ter continuado nela até o fim da vida. Escrevia para mim mesma e, portanto, fazia-o livre de angústia e de preocupações. Acho sinceramente que esse prazer na escrita transpira nas páginas dos livros e responde ao menos em parte pelo sucesso deles. O difícil, agora, é compreender essa criatura que a minha vida se tornou.

A senhora já se deu conta de que não há caminho de volta?
Não, não completamente. Até porque haverá: um dia essa comoção vai arrefecer. Por isso me orgulho um tantinho de poder afirmar que sou a mesma pessoa de antes de Cinquenta Tons. Não mudei, e sei que essa integridade me será útil no futuro.

Mas a trilogia a deixou rica, não?
Tento não pensar nisso. Aliás, nem preciso tentar: outro dia fiquei presa no metrô, por causa de um problema na linha, e os amigos com quem eu estava indo me encontrar perguntaram: “Mas por que você não tomou um táxi?”.
Não tomei porque nunca teria tomado, ora. Estava bem no metrô, vez por outra ele atrasa, e é assim que as coisas são. Não pretendo sair torrando dinheiro por aí. A bem da verdade, meu marido e eu fazemos o possível para esquecer que ele está lá, no banco.
Compramos um carro novo e tiramos longas férias em família, nós dois e nossos meninos, de 17 e 15 anos. Não há mais nada em que eu sinta necessidade de gastar neste momento. Depois, veremos.

A senhora saiu, da noite para o dia, de uma vida normal para uma roda-viva de viagens, contratos, sessões de autógrafos e entrevistas. Tem sido difícil lidar com a celebridade súbita?
Aqui na Inglaterra ninguém me reconhece, ou, se reconhece, não demonstra, o que ajuda a manter a aparência de normalidade da vida. As sessões de autógrafos são uma diversão: adoro conhecer as leitoras, e não me conformo com as intimidades que elas me contam. As entrevistas, tudo bem — exceto as de TV. Odeio com todas as minhas forças aparecer na TV.
Passei a vida do outro lado da câmera, e me sinto até meio mal, fisicamente, depois. Suponho que tenha algo a ver com vaidade: se eu fosse jovenzinha, magra e linda, talvez até gostasse. Mas acho que, na maior parte das vezes, essa aversão vem de essa ser uma situação fora do meu controle: não sei como vou aparecer no vídeo, como o material vai ser editado — sabe como é, de alguém Christian Grey tinha de herdar essa obsessão controladora.
Essa, eu diria, é a parte mais difícil da celebridade súbita. Sempre fui uma pessoa organizada, tanto que fiz da capacidade de organização uma profissão na TV. Hoje, quando estou a trabalho, há uma multidão encarregada de “cuidar” de mim: é para lá que a senhora vai, este é o hotel, aqui está o carro, a tal hora viremos buscá-la ou lhe dar de comer. Deve haver quem goste, mas eu acabo me sentindo uma incapaz.

Trilogia Cinquenta Tons de Cinza: um sucesso estrondoso, com mais de 30 milhões de exemplares vendidos somente em língua inglesa
Trilogia Cinquenta Tons de Cinza: um sucesso estrondoso, com mais de 30 milhões de exemplares vendidos somente em língua inglesa
Seus filhos demonstraram algum interesse na leitura de Cinquenta Tons?
Não, não, não. Meus meninos não leem nada, de jeito nenhum. Com a exceção de ameaçá-los com uma arma, já tentamos de tudo, mas parece que, para eles, não ler é uma questão de honra.
Nesse caso em particular, acaba sendo um alívio. Não quero nem imaginar meus garotos lendo Cinquenta Tons. Nem eles, claro: mamãe e sexo são duas ideias que não vão bem juntas.
Eles sabem por alto do que se trata. Sabem que tem um lado salaz, que é gráfico, que está fazendo sucesso — e têm orgulho desse sucesso, por mim. Mas dispensam maiores detalhes.
Outro dia, aliás, uma leitora de apenas 15 anos veio falar comigo. Tive vontade de dar um pito nela: “Sua mãe sabe que você está lendo isto aqui?”.

CINQUENTA TONS É UMA TRILOGIA

OS 3 VOLUMES DE CINQUENTA TONS
- O primeiro volume lançado no Brasil no início do mês de agosto/2012 é CINQUENTA TONS DE CINZA.
- O segundo volume, com lançamento previsto para 15 de setembro/2012 é CINQUENTA TONS MAIS ESCUROS.
- O terceiro volume é intitulado CINQUENTA TONS DE LIBERDADE, desconheço se existe previsão para o lançamento.

COMO TUDO COMEÇOU
- A autora, britânica de Londres, relata que leu a série CREPÚSCULO, e essa leitura disparou nela uma atitude: sentou-se ao computador e começou a escrever, escrever.
- Primeiramente escreveu dois romances não publicados.

ESCREVIA COMO PASSATEMPO
- Houve uma fase em que o livro começou a fazer sucesso na internet, mas mesmo assim a autora E L JAMES nem de longe podia imaginar que seria impresso e vendido aos milhões no mundo inteiro.

Depois dessas informações preliminares, dou garantia de que na próxima postagem vou iniciar o resumo de CINQUENTA TONS DE CINZA. até a próxima

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

50 TONS NAS PÁGINAS AMARELAS DA VEJA

REVISTA VEJA - 08.08.2012
Assim começou meu interesse e curiosidade pelos 50 TONS DE CINZA.
E L James, a autora, entrevistada nas páginas amarelas da revista VEJA.
Milionária da noite para o dia, E L JAMES deu, em sua entrevista, um show de simpatia e pé no chão, sem qualquer deslumbramento que poderia ter resultado de seu estrondoso sucesso, chamado pela revista de FENÔMENO INQUALIFICÁVEL.
Minha filha ANA comprou o livro em SP e me presenteou, mas ainda não chegou às minhas mãos, então tomei emprestado de uma amiga.
Já cheguei na pg. 100, então posso contar algumas coisas, o que vou fazer na próxima postagem.
Hoje fico por aqui, comentando CINQUENTA TONS DE CINZA, de E L JAMES.